
O Leão Sol
e a
Abelha Lua de Mel
romance 116 páginas ricamente ilustradas.
Relacionamento entre pais e filhos, a questão das drogas e alcoolismo, sexualidade, e o amor em todos os níveis e formas. Desde as formas mais primitivas da paixão, aos níveis mais elevados do amor incondicional. Também há uma religiosidade implícita, mas , sem compromisso religioso por conduzir na busca interior. É um trabalho diferenciado pela crença num cenário literário que impulsionado pelas emoções emerge dos sonhos, confundindo-se com a realidade, transportando o leitor ao universo mágico do amor e do conhecimento.
Veja ilustrações, prefácio e introdução;
Capa e ilustrações; Glória Cassia da Silva
Prefácio
(Lauren de Moraes
Ferreira)
O autor Maurício
Marques em seu livro, O Leão Sol e a
Abelha Lua de Mel, optou por abordar assuntos cotidianos de uma forma
envolvente, trazendo ao leitor respostas á questões muitas vezes ocultadas pela
correria do dia a dia ou pela simples ausência de uma conversa, através de um
misto de realidade e sonho.
Com um tom informal
ele aborda temas como amor, paixão, vícios, sexo, família e outros. Consegue
mostrar que o irracional não se diferencia tanto do racional quanto imaginamos
quando temas como estes estão envolvidos, onde todos agimos por impulso, por
razão ou até mesmo por instinto, correndo atrás do que julgamos ou sentimos que
é certo, tropeçando nas armadilhas da vida e aprendendo com cada experiência
vivida.
Envolvente,
cativante e totalmente dentro de nosso dia a dia este livro nos faz refletir o
que verdadeiramente somos, o porquê estamos aqui e o porquê de muitas coisas
que vivemos.
É preciso prestar
muita atenção a cada detalhe da história para entender as suas mensagens que
com certeza trazem boas lições.
Lauren
de Moraes Ferreira,
Jornalista e Escritora.
Introdução
Somos infinitamente grandiosos na nossa
essência.
O sentido da razão e das emoções, a
consciência existencial nos confere toda a criação.
Somos filhos de Deus, logo, deuses somos.
Porém, em nossa condição primitiva,
obedecemos aos mesmos instintos egocêntricos comuns aos animais.
Numa completa inversão dos valores
cósmicos, quando o “todo” está para o “uno”, como se todo o universo estivesse
tão somente para satisfação de necessidades, ou para a mera contemplação.
Diferente das abelhas, estranhos insetos camicazes, que não hesitam em sacrificar suas próprias vidas ao menor sinal de
perigo para a colmeia.
Criaturinhas cuja obediência à ordem
coletiva permite viver numa comunidade utopicamente perfeita e, na flor, sem
nada destruir, obter o material necessário para produzir e se alimentar do mais
puro, nutritivo e saboroso dos alimentos naturais.
Não obstante, o caráter egocêntrico nos confere
o sentido de unidade, afinal, somos parte, porém, parte única de um “todo” que
contém e no qual também estamos contidos, numa relação intrínseca.
Portanto, o equilíbrio individual implica o
equilíbrio global e ao trabalharmos para o nosso aprimoramento íntimo pessoal,
transcendendo o nosso primitivismo, estaremos interagindo no progresso de todo
o universo.
O Autor.

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